Estudo em casa 25/05/2015 - Micologia

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 2º E 3º - MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA


Estudo em casa 25/05/2015

Micologia

Questão 1 – Existem dois tipos de micélio nos fungos. Um com função REPRODUTIVA e outro com função NUTRITIVA e DE FIXAÇÃO.
a) Qual nome do micélio que é responsável pela NUTRIÇÃO? Micélio vegetativo (fixada no substrato)
b) Qual micélio é responsável pela REPRODUÇÃO? Micélio aéreo (visível e acima do substrato).

Questão 2 – Fungos podem se reproduzir assexuadamente de três formas: fragmentação, gemulação, ou esporulação, sendo esta última a formação de esporos. O que são esporos? São unidades reprodutivas dos fungos.

Questão 3 – Os fungos foram classificados em filos segundo características comuns. Fungos que produzem esporos aquáticos, por exemplo, possuem uma estrutura específica para locomoção. Qual o nome dessa estrutura? Flagelos.

Questão 4 – São fungos que não formam o corpo de frutificação e fungos desse filo são utilizados na fabricação de drogas como anticoncepcionais e anti-inflamatórios. A qual filo pertecem? Zigomycota.

Questão 5 – (Vunesp) A parte comestível do cogumelo (“champignon“) corresponde ao:
a) micélio monocariótico do Ascomiceto.
b) corpo de frutificação do Ascomiceto.
c) micélio monocariótico do Basidiomiceto.
d) corpo de frutificação do Basidiomiceto.
e) sorédio do fungo.

Questão 6 – (UECE-2006) Os fungos são organismos eucarióticos, heterotróficos, que no passado foram considerados como plantas que haviam perdido a capacidade de realizar fotossíntese. Com relação aos organismos atualmente reconhecidos como pertencentes ao Reino Fungi, podemos considerar, corretamente, que:
a) O Filo Chytridiomycota compreende fungos que se reproduzem através de esporos móveis e que apresentam quitina na parede celular de suas células; Esporos móveis possuem flagelos, ou seja, está correta a alternativa.
b) O Filo Zygomycota reúne seres que formam vistosos corpos de frutificação durante a reprodução sexuada; Fungos deste filo não produzem corpo de frutificação.
c) Do Filo Basidiomycota, apenas a classe Basidiomicetes forma cogumelos; Basidiomycota é o mesmo que basidiomycetes.
d) O Filo Deuteromycota reúne fungos como as leveduras, pois não formam corpos de frutificação. Leveduras pertecem ao filo ascomycota.

Curva de Nelson Morais - Curva de Mortalidade Proporcional

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 2º E 3º SEM - EPIDEMIOLOGIA E BIOESTATÍSTICA

Aula em 21/05/2015

Curva de Nelson Morais - Curva de Mortalidade Proporcional
[página 1 à 6]

Representação gráfica da mortalidade proporcional por idade. O formato da curva indica o nível sanitário da região , isto é, as condições de vida e saúde.
I - Muito baixo (forma de N)   II - Baixo (J invertido)   III - Regular (forma de V)  IV - Elevado (forma de J).
Segue a lógica de que as crianças raramente morrem, a não ser que algo errado esteja ocorrendo.



Índice de Swaroop - Uemura



Este índice é a mortalidade proporcional de 50 anos ou mais, ou seja: a proporção de óbitos ocorridos em indivíduos com 50 anos ou mais. Óbitos abaixo desta faixa etária são considerados, grosso modo, óbitos evitáveis; desta forma ,quanto maior a proporção de óbitos entre indivíduos adultos maduros e idosos ( 50 anos ou mais), melhor a condição de vida e saúde da população.

ISU = Número de óbitos em > 50 anos de idade x 100
Total de óbitos

Coeficiente de Letalidade

Este indicador é a proporção de óbitos que ocorrem no total de casos de uma doença ou agravo à saúde. Ele é a medida do risco de óbito entre os doentes. A letalidade expressa a gravidade de uma doença : quanto maior o número de indivíduos, acometidos por uma doença, que vão à óbito, mais grave ela é considerada. Pode ser uma característica da doença: Ex: Raiva Humana: 100% de letalidade.

CL= N° óbitos por determinada doença/ período
N° de casos da doença/período

Há uma relação entre letalidade, mortalidade e incidência que se expressa da seguinte forma:

Mortalidade = Incidência x Letalidade

Esta relação é muito importante, pois, para a maior parte das doenças, é difícil calcular diretamente a incidência. A mortalidade, em função da existência do registro obrigatório do óbito, é um indicador mais facilmente obtido. A letalidade costuma ser um parâmetro estável para grande número de doenças e esta informação pode ser obtida através revisão sistemática da literatura ou em estudos de base secundária (serviços de saúde), de realização relativamente fácil. Assim, estimativas indiretas do risco de ocorrência de doenças podem ser obtidas.

Coeficiente de Natalidade

Número de pessoas que nascem po 1000 habitantes durante um ano. Está relacionado com o tamanho da população. Tem caído substancialmente ao longo dos anos.

CN = nascidos vivos em determinada área/ período
populaçao da mesma área/período

Coeficiente de fecundidade

Número médio de filhos que uma mulher teria ao final de sua reprodutiva. Tem como denominador o n° de mulheres em idade reprodutiva.

CF = nascidos vivos em determinada área/ período
     Mulheres de 15 a 49 anos na mesma área/período

Atividades:

1- Em uma determinada região em 2012 haviam 9500 habitantes, 4000 mulheres entre 15 e 49 anos, 300 nascimentos vivos, número de óbitos igual a 500 dos quais 200 foram habitantes com mais de cinquenta anos e 300 foram devido a gripe suína que contaminou 2000 habitantes. Calcule:
Separando dados:
9500 - habitantes (4000 mulheres de 15-19 anos)
  300 - nascidos (vivos)
  500 - óbitos (200 > 50 anos e 300 por gripe suína)
2000 - contaminados.
a) O Índice de Swaroop-Uemura.
ISU = 200 x 100 = 40%
          500
b) Coeficiente de Fecundidade.
CF = 300 = 0,075
        4000
c) Coeficiente de Letalidade.
CL = 300 = 0,15
        2000
d) Coeficiente de natalidade
CN = 300 = 0,031
         9500

2- Em uma determinada região a incidência é de 0,45 enquanto que o coeficiente de letalidade é de 0,7. Determine coeficiente de mortalidade.
Dados: 
I = 0,45 e CL = 0,7, assim...
0,7 =    X   
          0,45
X = 0,7 . 0,45 = 0,315

3- Segue abaixo os gráficos da mortalidade proporcional por idade. Indique para cada caso o nível sanitário da região:
abcdefghijkl
a) muito baixo; b) regular; c) baixo; d) muito baixo; e) Regular; f) muito baixo; g) regular; h) elevado; i) muito baixo; j) regular; k) regular; l) regular.

4- Os habitantes de Jaboatão dao Serra no período de 2003 levaram um susto com um surto de meningite que assolou a região. Os médicos levantaram dados que se encontram na tabela abaixo:
População
Óbitos
Nascimento
Nº de casos da doença
Total
Exposta
Total
> 50 anos
< 28 dias
< 1 ano
28 dias e 1 anos
Maternos
Total
Total
Novos
Mortes
8500
3000
600
35
4
7
3
4
500
2000
600
300

A partir desses dados calcule, quando possível:
a) O coeficiente de mortalidade geral.
CMG = 600 . 1000 = 70,58 %
           8500
b) O Coeficiente de Mortalidade Infantil.
CMI = 7 = 14
         500
c) O coeficiente de Mortalidade Infantil Precoce.
CMIP = 4  . 1000 = 8
            500
d) O Coeficiente de Mortalidade Infantil Tardia.
CMIT =   3   . 1000 = 6
              500
e) O Coeficiente de Mortalidade Maternal.
CMM =   4   . 100000 = 800
            500
f) O Coeficiente de Prevalência.
P = 2000 = 0,23
      8500
g) O Ceficiente de Incidência
I = 600 = 0,07
     8500
h) A taxa de Ataque.
TA = 2000 . 100 = 66,66%
         3000
i) A Distribuição Proporcional da meningite em mulheres sabendo que dos 2600 casos, 1400 ocorreram em homens e 1200 em mulheres.
DP = 1200 . 100 = 46,15
         2600
j) o índice de Swaroop-Uemura.
ISU = 35  . 100 = 5,83
          600
k) O Coeficiente de Fecundidade.
CF = Não pode ser calculado pois não temos informação do número de mulheres entre 15 e 49 anos.
l) O Coeficiente de Letalidade.
CL = 300 = 015
        2000
m) O Coeficiente de Natalidade.
CN = 500 = 0,058
        8500

RISCO À SAÚDE

Retomando o conceito inicial de saúde e a relação estreita, entre os teromos de saúde, risco e vigilância sanitária, vemos ser necessário aprofundar algumas outras definições, a se iniciar pelo próprio risco que, por ser um conceito extremamente utilizado em vigilância e objetivo de sua ação, deve ser mais bem entendido.
Risco, do latim risicu, riscu, resecare ,isto é, cotar ou em uma linguagem medieval náutica, penhasco, perigo oculto.
Segundo o dicionário "Aurélio" risco pode ser definido como:
1- Perigo ou possibilidade de perigo
2- Possibilidade de perda ou de responsabilidade pelo dano.

Risco - é entendido pela epidemiologia como a "probabilidade de ocorrência de uma doença, agravo, óbito, ou condição relacionada à saúde (incluindo cura, recuperação ou melhora) em uma população ou grupo durante um período de tempo determinado ". (Almeida Filho e Rouquayrol, 2002).
Esta parece ser a definição mais apropriada para utilizarmos, pois é a usada pela ciência que embasa as intervenções da saúde coletiva como um todo. Em epidemiologia o risco é estimado sob forma de uma proporção matemática (ou seja, a razão entre duas grandezas onde o numerador está contido no denominador), ou seja, um indicador. Trabalhamos com porcentagem (%) ou com razões de 1:1.000; 1:10.000; 1:100.00: entre eventos mais raros como o câncer, Aids, etc.

Um indicador de risco pode ser definido como uma proporção entre o número de pessoas acometidas por determinado evento (numerador) e a população ou grupo estudado (denominador), que para podermos usar em análises comparativas, devem ser, especificados fundamentalmente quanto a um determinado período de tempo, mas também quanto á localidade, sexo e outras variáveis. Isto é trabalharmos com dados relativizados.

Os chamados indicadores de saúde são indicadores de risco utilizados mais frequentemente para comparações do estado de saúde das populações. Para entendermos as medidas de risco existentes, precisamos ter muito claro as definições de agravo ou dano à saúde, de fator de risco e suas formas de ocorrência:

"AGRAVO À SAÚDE" ou " DANO À SAÚDE": Definimos como "mal ou prejuízo à saúde de um ou mais indivíduos, de uma coletividade ou população". Usa-se muito, em vigilância, o termo dano, referindo-se ao dano em determinado produto, que, dependendo do tipo de utilização pode se colocar como um fator de risco à saúde (medicamentos, alimentos, água, seringas, bolsas de sangue, etc.). Usa-se também, o termo de dano ambiental, referindo-se a alterações e prejuízos ambientais; estes, também é claro, podem se tornar fatores de risco à saúde (águas contaminadas, ar poluído, lixo mal acondicionado ou destinado, etc.)

FATORES DE RISCO - São por portanto, componentes que podem levar à doença ou contribuir para o risco de adoecimento e manutenção dos agravos de saúde. Podem, também, ser definido como: "atributos de um grupo da população que apresenta maior incidência de uma doença ou agravo à saúde em comparação aos outros grupos que não o tenha ou com menor exposição a tal característica" (Almeida Filho e Rouquayrol), ou ainda, "um fator de risco, ou fator de exposição, e algum fenômeno de natureza física, química, orgânica, psicológica ou social, no genótipo ou fenótipo, ou alguma enfermidade anterior ao efeito que se está estudando, que pela variabilidade de sua presença ou ausência está relacionada com a doença investigada, ou pode  ser causa de seu aparecimento".
A título de exemplo apresentamos alguns Fatores de Risco freqüentes na prática da vigilância: ruídos, vapores ( de solventes nos ambientes de trabalho), lixo hospitalar; alimentos contaminados; água não tratada/contaminada, ambiente mal ventilado, ou iluminado, medicamentos com erros no processo de produção (potencialmente danificado ou prejudicado), sangue com manipulação inadequada (potencialmente contaminado); c microorganismos patogênicos, presença de vetores de doenças, jornada de trabalho excessiva, ritmo acelerado de trabalho, etc. Devemos, também, diferenciar fator de marcador de risco:
Fator de Risco diz-se quando eu efeito pode ser prevenido (obesidade, hipertensão arterial, uso de contraceptivos orais, nas doenças coronarianas ou hidrocarbonetos do alcatrão nos cigarros e presença  de poeira de minério de urânio no ar para câncer de pulmão).
Marcador de Risco diz-se quando são atributos inevitáveis fora de possibilidade e controle (sexo, grupo étnico, para doença coronariana ou idade e ascendência familiar para câncer de pulmão).

Quanto â "Origem do Fator" podem ser:
Endógenos - são fatores de risco endógenos quando advindas do próprio organismo sob risco - por exemplo: fatores genéticos e constitucionais (diabetes mélitus, hemofilia, etc);
Exógenos - são fatores de risco exógenos os considerados externos ao organismo sob risco - ("pó da china" na água; presença de aedes em determinada região, etc).

Quanto à "EXPOSIÇÃO AOS FATORES DE RISCO " (e agentes, portanto) podemos falar em:
Exposição Aguda: Contato de um ou vários indivíduos rápida e intensa a determinado fator/agente ou a determinados Fatores de Risco.
Exposição Intermitente: Contato que vai e volta, que ocorre periodicamente, em pulsos no tempo. 
Exposição Reiterada: Contato que ocorre repetidamente, de forma sistemática ou contínua.
Exposição Múltipla: Contato com muitos fatores, exposição concomitante ou próxima de vários fatores/agentes causadores de agravos à saúde (fala-se geralmente dos riscos ocupacionais).

Temos também a necessidade de se avaliar e priorizar os riscos a que determinadas populações estão sujeitas, com a finalidade de se propor intervenções em VISA. De acordo com Backett, E M et al., !uma medida de risco é um estimador de necessidade de assistência promotora e preventiva, e do fato de que conhecer a situação antes de ocorrer o evento previsto proporciona o tempo para um resposta adequada". Ainda de acordo com o mesmo autor, o objetivo do enfoque de risco é corrigir desigualdades e em saúde, possibilitar que os recursos, humanos ou outros, possam ser dirigidos para onde haja maior necessidade; a avaliação do risco de danos à saúde (doenças futuras, acidentes, mortes) possibilita a mensuração daquela necessidade, tanto em relação ao indivíduo, quanto à comunidade. Também esta mensuração deve auxiliar a priorização das intervenções em Vigilância Sanitária. Como vimos tanto no modelo processual como no modelo sistêmico, a eclosão de máxima probabilidade ou risco de ocorrência indo até o mínimo risco de ocorrência.

FATOR DE PROTEÇÃO - "é o atributo de um grupo com menor incidência de um determinado distúrbio em relação a outros grupos nos quais existe a ausência ou baixa dosagem de tal fator"

GRUPO DE RISCO - é um grupo populacional exposto a um dado "Fator" ou identificado com um determinado "Marcador de Risco"

MEDIDAS DE RISCO - forma de avaliar, mensurar, medir o risco - as clássicas são os já comentados coeficientes de "Incidência e Prevalência"

RISCO ABSOLUTO - o chamado Risco Absoluto, nada mais é que a ocorrência de um fenômeno na população, isto é, o coeficiente incidência de determinado fenômeno em determinada população.

Comparação de Riscos:

Em uma dada população (P), comparamos os acometidos pela doença (DE) na parcela populacional exposta ao fator(PE) com os acometidos (DñE) na população não exposta (PñE), isto é, o risco em uma parcela da população com risco em outra.

Risco nos expostos - RE = acometidos pela doença
                                          população exposta

Risco nos não expostos - RñE =  acometidos pela doença
                                                     população não exposta

Em conseqüência, na comparação entre riscos temos:

RR =  risco nos expostos
               risco nos não expostos 

O risco relativo calculado diretamente, é a forma mais usada em epidemiologia para se demonstrar esta associação, mas para se colocar evidências adicionais, a relação dose-resposta é um ângulo interessante a ser explorado. Se, com o aumento da dose de exposição, maior for a resposta, tem-se um argumento a mais em favor da associação causal. Como no exemplo do estudo clássico dos médicos ingleses com o número de cigarros e câncer de pulmão onde tendo como referência o não- fumante, o risco de morrer por aquela condição foi de oito vezes maior nos fumantes de 1 a 14 cigarros ao dia ( RR=8), vinte vezes maior nos fumantes de 15 a 24 cigarros aos dia (RR=32)

RISCO ATRIBUÍVEL (RA) - É a diferença entre a incidência nos expostos e a incidência nos não expostos ou

RA - risco nos expostos - risco nos não expostos

Podemos dizer que uma variável de exposição pode ser considerada um fator de risco quando o risco relativo referente ao grupo de exposição é maior que a unidade (>1) e o risco atribuível àquela variável é maior do que zero (>0): RR>1 e RA>0. Portanto, defini-se: RISCO ATRIBUÍVEL como a medida que indica o que se pode esperar que aconteça com a ocorrência geral do agravo na comunidade, caso o fator de risco seja eliminado. O risco atribuível combina três idéias : a freqüência da ocorrência indesejável, quando o fator de risco está presente ; a freqüência da ocorrência quando o fator está ausente e a freqüência da presença do fator de risco na comunidade.


Atividades:

1-) Complete a tabela com as definições:
Elemento
Definição
Risco
"probabilidade de ocorrência de uma doença, agravo, óbito, ou condição relacionada à saúde (incluindo cura, recuperação ou melhora) em uma população ou grupo durante um período de tempo determinado "
Agravo
"mal ou prejuízo à saúde de um ou mais indivíduos, de uma coletividade ou população"
Fator de risco
componentes que podem levar à doença ou contribuir para o risco de adoecimento e manutenção dos agravos de saúde.
Fator de proteção
"é o atributo de um grupo com menor incidência de um determinado distúrbio em relação a outros grupos nos quais existe a ausência ou baixa dosagem de tal fator"
Grupo de risco
É um grupo populacional exposto a um dado "Fator" ou identificado com um determinado "Marcador de Risco"
Risco absoluto
Ocorrência de um fenômeno na população, isto é, o coeficiente incidência de determinado fenômeno em determinada população
2-) Quais são os fatores de risco quanto à origem? Explique cada um deles.
Endógenos - são fatores de risco endógenos quando advindas do próprio organismo sob risco - por exemplo: fatores genéticos e constitucionais (diabetes mélitus, hemofilia, etc);
Exógenos - são fatores de risco exógenos os considerados externos ao organismo sob risco - ("pó da china" na água; presença de aedes em determinada região, etc).

3-)  Quais são os fatores de risco quanto à exposição? Explique cada um deles.
Exposição Aguda: Contato de um ou vários indivíduos rápida e intensa a determinado fator/agente ou a determinados Fatores de Risco.
Exposição Intermitente: Contato que vai e volta, que ocorre periodicamente, em pulsos no tempo. 
Exposição Reiterada: Contato que ocorre repetidamente , de forma sistemática ou contínua.
Exposição Múltipla: Contato com muitos fatores, exposição concomitante ou próxima de vários fatores/agentes causadores de agravos à saúde (fala-se geralmente dos riscos ocupacionais).

4-) Em uma população população de 5000 pessoas , 2700 estão expostas à riscos e dessa 800 pessoas estão acometidas pela doença . Da parcela não exposta aos riscos 200 pessoas estão acometidas pela doença. Determine:
Dados:
5000 - pessoas.
2700 - expostos (800 adoeceram)
2300 - não expostos (200 adoeceram)
a-) o risco nos expostos.
RE = 1000 = 0,37
         2700
b-) o risco nos não expostos.
RñE = 1000 = 0,43.
           2300
c-) o risco relativo.
RE = 0,37 = 0,86
         0,43
d-) o risco atribuível.
RA = 0,37 - 0,43 = 0,06 (considerar sempre o número positivo).

5-) Estudando uma população de 12000 pessoas a fim de observar o comportamento do Diabetes Mellitus , 3000 estão expostos à riscos genéticos e dessa parcela 2000 pessoas estão acometidas pela doença. Da parcela não expostas aos riscos 500 pessoas estão acometidas pela doença. Determine:
a-) o risco nos expostos.
RE = 2500 = 0,83
         3000
b-) o risco nos não expostos.
RñE = 2500 = 2,77
            900
c-) o risco relativo.
RR = 0,83 = 0,29
         2,77
d-) o risco atribuível
RA = 0,83 - 2,77 = 1,94 (considerar sempre um número positivo).
e-) Quanto a origem, como esse fator de risco é classificado?

6-) Estudando uma população de 23000 pessoas, 7000 estão expostas à riscos genéticos e dessa parcela 3000 pessoas estão acometidas pela doença. Da parcela não exposta aos riscos 120 pessoas estão acometidas pela doença. Determine:
Separando dados:
23000 - habitantes.
  7000 - expostos. (3000 doentes)
16000 - não expostos (120 doentes)
a-) o risco nos expostos.
RE = 3120 = 0,13
        23000
b-) o risco nos não expostos.
RñE = 16000 = 0,69
           23000
c-) o risco relativo.
RR = 0,13 = 0,44
         0,69
d-) o risco atribuível.
RA = 0,13 - 0,69 = 0,56 (considerar sempre um número positivo).

Meu Caderno OnLine

OA | Oficina de Matemática

OFICINA DE APRENDIZAGEM - OA | Matemática

Questão 1 - (ENEM) A evolução da luz: as lâmpadas LED já substituem com grandes vantagens a velha invenção de Thomas Edison. A tecnologia do LED é bem diferente das lâmpadas incandescentes e das fluorescentes. A lâmpada LED é fabricada com material semicondutor semelhante ao usado nos chips de computador. Quando percorrido por uma corrente elétrica, ele emite luz. O resultado é uma peça muito menor, que consome menos energia e tem uma durabilidade maior. Enquanto uma lâmpada comum tem vida útil de 1.000 horas e uma fluorescente de 10.000 horas, a LED rende entre 20.000 e 100.000 horas de uso ininterrupto.
Há um problema, contudo: a lâmpada LED ainda custa mais caro, apesar de seu preço cair pela metade a cada dois anos. Essa tecnologia não está se tornando apenas mais barata. Está também mais eficiente, iluminando mais com a mesma quantidade de energia. Uma lâmpada incandescente converte em luz apenas 5% da energia elétrica que consome. As lâmpadas LED convertem até 40%. Essa diminuição no desperdício de energia traz benefícios evidentes ao meio ambiente.
Considerando que a lâmpada LED rende 100 mil horas, a escala de tempo que melhor reflete a duração dessa lâmpada é o:
a) dia   b) decênio  √  c) milênio   d) século  e) ano 

Questão 2 - A figura a seguir mostra um retângulo de área 720 cm², formado por nove retângulos menores e iguais.


Qual é o perímetro, em centímetros, de um dos retângulos menores?
a) 24   b) 30  c) 48   d) 20   e) 36

Questão 3 - Carlos poderá aposentar-se quando a soma de sua idade com o número de anos que ele trabalhou for 100. Quando Carlos fez 41 anos, ele já havia trabalhado 15 anos. Qual é a idade mínima que ele deverá ter para poder se aposentar?

a) 60      b) 63      c) 62     d) 59     e) 61

Questão 4 - O Índice de Massa Corporal (IMC) é largamente utilizado há cerca de 200 anos, mas esse cálculo representa muito mais a corpulência que a adiposidade, uma vez que indivíduos musculosos e obesos podem apresentar o mesmo IMC. Uma nova pesquisa aponta o Índice de Adiposidade Corporal (IAC) como uma alternativa mais fidedigna para quantificar a gordura corporal, utilizando a medida do quadril e a altura. A figura a seguir mostra como calcular essas medidas, sabendo-se que, em mulheres, a adiposidade normal está entre 19% e 26%.
Uma jovem com IMC = 20 kg/m², 100 cm de circunferência dos quadris e 60 kg de massa corpórea resolveu averiguar seu IAC. Para se enquadrar aos níveis de normalidade de gordura corporal, a atitude adequada que essa jovem deve ter diante da nova medida é: use √3 = 1,7 e √1,7 = 1,3.
a) manter seus níveis atuais de gordura.
b) aumentar seu nível de gordura em cerca de 27%
c) reduzir seu excesso de gordura em cerca de 1%.  
d) reduzir seu excesso de gordura em cerca de 27%. 
e) aumentar seu nível de gordura em cerca de 1%. 

Questão 5 - Obter valores de m na equação do 2º grau 3x² − 2x + m = 0, de forma que não admita raízes reais.
a)  a  b)b   c)c   d)d   e) e

Questão 6 - A raiz da equação:

a) 2
    5
b) 3 
    2
c) - 2
      3
d) 1
    2
e) - 3
      2
Questão 7

Questão 7 - James Garfield, o 20o presidente dos Estados Unidos da América, apresentou em 1876 uma prova inédita do Teorema de Pitágoras, quando ele ainda era membro do congresso norteamericano. Essa prova foi publicada no New England Journal of Education. Ele utilizou a construção abaixo para sua demonstração.

Com a informação que a + b = 8 cm, o lado c mede em cm.
a) 2√5
    3
b) 2√10
c) 5
    8
d) 2
    3
e) 5

Questão 8 - Uma tira retangular de cartolina, branca de um lado e cinza do outro, foi dobrada como na figura, formando um polígono de 8 lados. Qual é a área desse polígono?


a) 432 cm²  b) 264 cm²   c) 348 cm²   d) 576 cm²   e) 216 cm² 

Questão 9 - Três viajantes partem num mesmo dia de uma cidade A. cada um desses três viajantes retorna à cidade A exatamente a cada 30, 48 e 72 dias, respectivamente. O número mínimo de dias transcorridos para que os três viajantes estejam juntos novamente na cidade A é:
a) 360    b) 144    c) 240   d) 480   e) 720

Questão 10 - (UFPI) Supondo que a circunferência máxima do globo terrestre tenha 40.000km de comprimento, a area de cada fuso-horário, em km², é:
a)  4p . 108
      3
b)   32 . 1012
      3p²
c)  4p² . 1012
      3
d)  2  . 108
     3p 
e)   4  . 1012
     9p²

Aula em 19/05/2015 - NHB – Higiene e conforto + Sinais Vitais

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 2º E 3º SEM - PROCESSO DE CUIDAR I

Aula em 19/05/2015


NHB – Higiene e conforto + Sinais Vitais
Turma B – Teórica
:: OBJETIVO
  • Identificar a importância da higiene corporal no contexto da assistência de enfermagem.
  • Justificar os objetivos das intervenções de enfermagem relacionadas a higiene corporal.
  • Prestar assistencia aos pacientes considerando a necessidade de higiene.
  • Identificar os princípios básicos para a realização dos procedimentos.
:: HIGIENE CORPORAL ENVOLVE
  • Higiene oral
  • Banho
  • Higiene íntima ou lavagem externa.
  • Lavagem dos cabelos (xampu)
  • Higiene das mãos e do rosto.
:: NECESSIDADE DE HIGIENE
  • As pessoas saudáveis e sem limitações realizam seu próprio cuidado.
  • Pessoas doentes ou com comprometimento físico podem necessitar de níveis variados de assistência.
:: FATORES QUE INFLUENCIAM A PRÁTICA DE HIGIENE
  • Práticas sociais, cultura, hábitos familiares.
  • Condição socio-econômica, limitações, adaptações.
  • Conhecimento
  • Preferencias pessoais.
  • Condição física e mental
:: FATORES QUE INFLUENCIAM A CAPACIDADE DA PESSOA PARA FAZER O AUTOCUIDADO.
  • Limitações:
- Percepção da necessidade.
- Diminuição da tolerância para a atividade (fadiga, redução da força muscular)
- Capacidade de equilibrar-se, ficar em pé, sentar.
- Coordenação motora.
- Visão.
- Dor.

:: PROBLEMAS DE ENFERMAGEM
  • Avaliação da capacidade funcional para realizar as ABVD (Atividades Básicas de Vida Diária)
  • Processo de enfermagem.
:: IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA QUANTO A CAPACIDADE DE AUTOCUIDADO
  • Paciente independente para realizar a sua própria higiene corporal.
  • Pode necessitar de orientação quanto a forma de realizá-lo.
  • Pacientes semi-independentes para realizar sua higiene corporal.
  • Paciente totalmente indenpendente.
:: INTERVENÇÕES
  • Higiene oral: limpeza, conforto, umidificação das estruturas da boca e próteses quando presentes.
  • Cuidados com os cabelos - lavar e pentear.
  • Tricotomia facial
  • Higiene corporal, incluindo unhas.
  • Lavagem das mãos antes e após as refeições e eliminações.
  • Higiene perineal no pós-parto e certas cirurgias.
  • Higiene íntima após eliminações, antes de cateterismo vesical e retirada.
:: PLANEJAMENTO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM
  • Estabelecimento das metas ou objetivos do cuidado.
  • Identificação e preparo do material disponível
  • Preparo do ambiente
  • Preparo do paciente
:: PRINCÍPIOS BÁSICOS DE HIGIÊNE

:: CONSERVAÇÃO DE ENERGIA
  • Organizar todo o material necessário...
:: FAVORECER A PRIVACIDADE PARA O PACIENTE.

:: DAR CONFORTO FÍSICO E PSICOLÓGICO.

:: PREVENIR ACIDENTES E DANOS.


--SINAIS VITAIS---



:: DEVEM SER MENSURADOS
  • Devem ser mensurados;
  • Admissão
  • Cuidados rotineiros
  • Consultas
  • Antes e depois de procedimentos invasivos
  • Período pré, intra e pós operatório. 
  • Antes e depois de administrar hemoterápicos. 
  • Quando o enfermeiro julgar necessário. 
:: TEMPERATURA
  • Temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo.
  • A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e a eliminação de calor.
  • O calor é gerado pelo processo metabólico e é distribuido no organismo pelo sangue por meio de vasos sanguineos.
  • O organismo perde calor por condutividade da pele, por evaporização do suor, evaporização pulmonar, pela urina, pelas fezes e pela saliva.
:: FATORES QUE INFLUENCIAM A TEMPERATURA CORPORAL
  • Hora do dia
  • Ambiente
  • Ingestão de alimento quente ou gelado.
  • Idade. (ex, bebês sentem mais frio)
  • Fator emocional (ex, crianças que ficam com febre emocionalmente)
  • Exercício
  • Ciclo menstrual. (ovulação, por exemplo)
:: FATORES PATOLÓGICOS QUE ELEVAM ATEMPERATURA
  • Processos inflamatórios
  • Processos infecciosos e outros
:: FATORES PATOLÓGICOS QUE DIMINUEM A TEMPERATURA
  • Choque (ex. volume liquido)
  • Drogas depressoras do SNC
  • Anestesias
:: VARIAÇÃO DA TEMPERATURA
  • Normal - 36º à 37º C
  • Acima - 37º à 37,7º (Febril) e 37,8º a 39º C (hipertemia) *** verificar números.
  • Abaixo - 36º à 34º (hipotermia) e < 34º (colapso*) Ver choque hipovolêmico.
FEBRE é a modificação patológica da temperatura. É uma reação do organismo diante de determinada agressão que pode ser de origem infecciosa, neurogênica, desidratação ou tóxica. Consideramos febre de 38º a 39º C.
:: TERMINOLOGIAS
  • normotermia - temperatura normal.
  • hipertermia - acima
  • hipotermia - abaixo
  • pirexia - > 40º
  • febre intermitente - volta ao valor normal pelo menos uma vez ao dia.
  • febre remitente - há picos de febre que mesmo em sua baixa não chega ao valor normal - sempre em estado febril. (típico em paciente com tuberculose no período da tarde).
  • febre recorrente - há períodos de febre e períodos sem febre. (Hodgkin)
  • constante - continuamente, não baixa...
:: INTENSIDADE (muito usada na pediatria)
  • febre leve ou febrícula.
  • febre moderada.
  • febre alta ou elevada.
:: LOCAIS PARA VERIFICAR A TEMPERATURA (há termômetros específicos para cada região!)
  • Axilar
  • Oral (abaixo da língua e há modelos pediátricos em forma de chupeta)
  • Anal (posição de SIMs, usando protetor no termômetro para em caso de quebra não ficar pedaços no paciente.)
  • Auricular
  • Temporal
:: TIPOS DE TERMÔMETRO
  • Mercúrio (em desuso)
  • Eletrônico
  • Auricular
  • Chupeta (individual)
  • Temporal
:: CURIOSIDADES
  • Crianças desenvolvem temperatura corporal maior quando está brincando.
  • Idosos podem perder a capacidade de controlar o calor (as vezes febre baixa pode ser grave)
  • A menor temperatura corporal ocorre em torno de duas horas antes de acordar.
  • Atemperatura corporal sobe após alimentação
  • Adicionalmente muitos fatores externos afetam a temperatura.
:: PULSO OU FREQUÊNCIA CARDÍACA
  • Palpação de batimentos de uma artéria - contração ventrículo.
  • Verificar ritmo, volume sanguíneo, etc.
:: PRINCIPAIS PULSOS ARTERIAIS PARA AVALIAÇÃO
  • Temporal
  • Carotídeo
  • Braquial
  • Radial
  • Femural
  • Poplíteo
  • Tibial
  • Pedioso
:: CARACTERÍSTICAS DO PULSO ARTERIAL
  • Parede arterial
  • Frequência
  • Ritmo
  • Amplitude
  • Comparação com artéria homóloga.
:: PULSAÇÃO POR MINUTO
  • Mulheres - 65 a 90bpm
  • Homens - 60 a 80bpm
  • Adolescentes - 60 a 100bpm
  • Criança 80 a 120 bpm
O volume de cada batida do pulso é considerado cheio quando ele é amplo.
É considerado filiforme quando o movimento é fraquinho.
:: TERMINOLOGIAS
  • Normocardia: pulso normal.
  • Bradicardia: diminuição na frequência cardíaca.
  • Bradisfigmia: além da diminuição da frequencia cardíaca o volume é fraco.
  • Taquicardia:
  • Taquisfigmia:


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Microbiologia - Grupo de estudo do WhatsApp

MICOLOGIA

Cada filamento é chamado hifa. Um conjunto de hifas forma o micélio. A porção do micélio que se projeta acima da superfície do substrato é denominada ____________ ou reprodutor.
a) micélio vegetativo.
b) micélio aéreo.√ 
c) micélio terrestre.
d) fungo.

À porção do micélio que penetra no substrato e absorve os alimentos chama-se ______________ ou nutritivo.
a) micélio vegetativo. √ 
b) micélio aéreo.
c) micélio terrestre.
d) fungo.

Física - Vestibulinho ETEC - 1º SEMESTRE 2015

VESTIBULINHO ETEC - 1º SEMESTRE 2015

Se hoje um filme pode ser armazenado na forma de um arquivo digital, no passado, ele só podia existir na forma de rolos, contendo uma grande quantidade de fotogramas, conforme figura. Para causar a impressão de continuidade, esses fotogramas eram projetados um por um, a uma velocidade de 24 fotogramas por segundo.
Se a cada 30 mm da fita de um filme existe um único fotograma, em uma animação de 3 minutos de duração, a fita terá um comprimento aproximado, em metros, de:
a) 70.   b) 90.   c) 130.    d) 150.   e) 220.
Solução:
Temos que:
30mm = 1 foto
Xmm = 24 fotos
Cruzando temos: X = 30 x 24 = 720mm (24 fotos usam 720mm de fita em um segundo)
Se em 3 minutos há 180 segundos, então...
720mm x 180seg = 129600mm.
Para transformar a medida em metros basta dividir por 1000.
129,600mm x 1000 = 129,6m, valor mais aproximado é o da letra c) 130.

Trigonometria - Vestibulinho ETEC - 1º SEMESTRE 2015

VESTIBULINHO ETEC - 1º SEMESTRE 2015

Considere o texto e as figuras para responder às questões de números 30 e 31:


O circo é uma expressão artística, parte da cultura popular, que traz diversão e entretenimento. É um lugar onde as pessoas têm a oportunidade de ver apresentações de vários artistas como mágicos, palhaços, malabaristas, contorcionistas e muito mais. Mas antes que a magia desse mundo se realize, há muito trabalho na montagem da estrutura do circo. A tenda de um circo deve ser montada em um terreno plano e para isso deve ser construída uma estrutura, conforme a sequência de figuras. Nas figuras, considere que:
foram colocadas 8 estacas congruentes perpendiculares ao plano do chão; cada estaca tem 4 m acima do solo;
as estacas estão igualmente distribuídas,  sendo que suas bases formam um octógono regular;
os topos das estacas consecutivas estão ligados por varas de 12 m de comprimento;
para imobilizar as estacas, do topo de cada uma delas até o chão há um único cabo esticado que forma um ângulo de 45° com o solo (a figura mostra apenas alguns desses cabos). Todos os cabos têm a mesma medida;
no centro do octógono regular é colocado o mastro central da estrutura, que é vertical;
do topo de cada estaca até o topo do mastro é colocada uma outra vara. Todas essas varas têm a mesma medida;
na estrutura superior, são formados triângulos isósceles congruentes entre si; e
em cada um desses triângulos isósceles, a altura relativa à base é de 15 m.

Questão 30 - A cobertura e as laterais da tenda descrita serão totalmente revestidas por lona. Para que isso ocorra, a quantidade mínima de lona que deverá ser usada é, em metros quadrados, igual a:
a) 138    b) 384   c) 720   d) 1104   e) 1200
Solução:
Para calcular a área da lona superior (teto) temos que calcular individualmente a área do triângulo e em seguida multiplicar por oito, já que o circo possui oito lados. Da mesma forma calcula-se a área do retângulo lateral e multiplica-se por oito, e, soma-se os resultados.
Área do triângulo:
A = b x h = logo, 12 x 15 x 8 = 720m².
         2                   2
Área do retiângulo:
A = b . h = 12 x 4 x 8 = 384m²

Assim, 720 + 384 = 1104m²

Questão 31 - A quantidade de cabo utilizada para imobilizar as oito estacas, é, em metros:
a) 16√2    b) 24√2    c) 32√2   d) 40√2    e) 48√2
Solução:
Precisamos pensar nas informações do texto, pois, configuram um triângulo onde a estaca de 4m é um cateto vertical, o solo é o cateto base e o cabo é a hipotenusa, esta forma 45º com o solo.
Separando informações:
4m – cateto oposto ao ângulo de referência (45º).
X – hipotenusa (quero encontrar)
45º – ângulo informado.
Qual fórmula da trigonometria usa os dados que tenho?
Sen a = C.O (cateto oposto)
               h    (hipotenusa)
Sen 45º = √2 (valor retirado da tabela trigonométrica).
                2
Substituindo:
√2  = 4
2      x
fazer multiplicação cruzada…
x√2 = 2 x 4 –> x√2 = 8
x = 8
      √2
x = .√2
      √2 .√2 (multiplicar por √2 para eliminar a raiz do denominador)
x = 8√2 (simplifica: 8 por 2…)
        2
x =  4√2 (cabo apenas uma estaca)
Agora, multiplique o valor de um cabo por oito.

  x =  4√2 x 8 = 32√2